Para donos de empresa de tecnologia

Em 90 dias, sua empresa roda sem você na operação.

Para quem já tem cliente pagando e time montado, mas não consegue sair da linha de frente sem tudo travar.

Aplicar para o Diagnóstico de Operação

Aplicação analisada em até 72 horas. Trabalho com no máximo 20 empresas por vez.

O Claudio contratou o primeiro funcionário e saiu do operacional. O Felipe e o Pedro colocaram a equipe inteira em home office. O Michel parou de ser o número que o cliente liga.

Isso aqui é para você se:

Agora, se você está procurando alguém que entre e resolva isso por você, eu não sou a pessoa. Já tentei terceirizar essa parte e não existe. Ninguém consegue escrever a sua empresa no seu lugar.

O que você vai fazer é replicar. Os frameworks, os modelos de documento e o passo a passo já estão escritos, no formato de pegar e adaptar, e são os mesmos que rodam hoje dentro da minha própria empresa de TI. Levei dez anos e uma pilha de erro caro para chegar neles. Você não precisa repetir esse caminho: pega pronto e encaixa na sua realidade.

A sua empresa não está escrita. Por isso tudo volta para você.

Eu dei um nome para isso, porque sem nome ninguém combate: a Empresa Não Escrita. Ela existe inteira dentro da sua cabeça. Como atender, o que é urgente, quando escalar, o que é um trabalho bem feito. Todo mundo acha que sabe. Ninguém pode conferir.

O seu time é competente. O que falta é ele poder consultar, em vez de adivinhar todo dia o que está na sua cabeça.

E tem uma segunda conta que quase ninguém faz.

Enquanto você está dentro da operação, você não está vendendo. Não sobra cabeça para prospectar, para estruturar a oferta, para fazer o follow-up que você sabe que precisa fazer. A venda então vira o que cai do céu: indicação.

E indicação é ótima, até o mês em que não vem nenhuma. Aí você descobre que nunca teve processo comercial. Teve sorte recorrente.

Ficar preso no operacional não custa só o seu tempo. Custa o crescimento que você não consegue nem começar a planejar.

O que acontece na conversa

Quarenta e cinco minutos olhando a sua operação, não um modelo genérico.

Vou mapear junto com você quais ações, se não forem executadas essa semana, fazem você perder um cliente. Só essas. É por aí que começa, porque é o que para de pé primeiro.

Depois eu te mostro onde a decisão está travando e o que já dá para sair da sua mesa em 30 dias.

E na mesma conversa eu olho de onde os seus clientes estão chegando hoje. Porque quase sempre o gargalo comercial e o gargalo operacional são o mesmo problema usando roupas diferentes, e não dá para enxergar um sem o outro.

Esse mapa não sai do nada. Ele vem de três frentes que eu uso para ler qualquer empresa de TI por dentro:

Em 45 minutos não dá para percorrer as três a fundo. Dá para descobrir qual delas está te segurando agora, que quase nunca é a que o dono imagina.

Você sai com:

Se fizer sentido para os dois, eu apresento como funciona a mentoria. Se não fizer, o mapa é seu do mesmo jeito.

Dependendo do que você responder na aplicação, eu mesmo pego a conversa. Minha agenda é curta, então não dá para prometer, mas vale responder com calma.

Aplicar para o Diagnóstico de Operação

Três donos de TI que saíram da linha de frente sem contratar mais gente

Michel · empresa de TI

O Michel não tinha problema de dinheiro. Cliente bom pagando em dia, nota emitida todo mês. O problema é que o telefone tocava e o cliente queria falar com ele. Qualquer coisa que fugisse do procedimento subia para a mesa dele, todo dia. E o procedimento só existia na cabeça do técnico.

Ele tinha um técnico de confiança, pessoa de caráter. Mas sentia que precisava empurrar, sempre.

Até o backup que não foi conferido. O Michel pegou meio por acaso e corrigiu. Duas semanas depois, o equipamento daquele cliente deu problema. Se ele não tivesse olhado, o cliente perdia tudo.

O caráter dele nunca esteve em jogo. O que faltava era rotina escrita. Ele já tinha tentado resolver antes: chamou um conhecido que fazia consultoria, não encaixou; foi atrás de conteúdo gratuito, era tudo genérico demais para o ambiente dele.

Ao longo dos seis meses de mentoria, isso virou rotina escrita. Hoje o funcionário dele chega e sabe o que fazer, como entregar e onde registrar. E o Michel tem onde conferir, sem ter que perguntar.

Felipe e Pedro · NewLine

Dois sócios, dois funcionários contratados. E mesmo assim os dois donos viviam dentro da parte técnica: todo atendimento passava pelo Felipe, o Pedro ajudava no suporte remoto.

A carteira não era grande, então a pergunta foi essa: se são poucos clientes, por que os dois sócios ainda estão presos na operação?

Em vez de chutar, eu medi o tempo operacional real da empresa. E a carga inteira não enchia nem a jornada de um técnico contratado. O trabalho que estava segurando dois sócios cabia, com folga, na agenda de uma pessoa só.

O problema nunca foi volume. Era que ninguém sabia o que fazer, em que ordem e como entregar.

Ainda tinha o agravante: eles estavam em transição para home office e morriam de medo de a produtividade cair de vez. Alinhei os indicadores, montei a rotina e escrevi com eles os processos com o fluxo de execução de cada um, e mostrei a estrutura que uso na APTech para tocar equipe à distância. Eles implementaram a comunicação interna inteira no Discord, do jeito deles.

Em seis meses de mentoria passaram a rodar com a equipe distribuída. O escritório deixou de ser o que segurava a operação de pé.

Felipe e Pedro falando sobre a mudança

Claudio · CM Tech

O Claudio passou anos tentando engajar o time. Nas palavras dele:

"Engajar o time foi a minha maior dificuldade durante anos. Não era falta de gente boa. Era que eu não tinha entendido o jogo, que é fazer a pessoa sentir que ganha junto."

A virada dele foi contratar o primeiro funcionário com o cargo escrito antes da contratação: o que era esperado, como se media, o que vinha de volta.

Em seis meses de mentoria o Claudio deixou de ser a linha de frente do operacional da empresa dele.

Claudio · Sair do chão de fábrica do operacional

Quem vai te atender

Eu já fui o funcionário mais ocupado da minha própria empresa.

Sou o André Ferreira, dono da APTech há dez anos, em suporte, infraestrutura e cloud.

Demorei para chegar aqui, e errei caro no caminho. Já troquei de técnico a cada três meses achando que o problema era a pessoa. Uma única contratação errada me custou R$ 12.400 somando salário, encargos, três meses de tentativa e rescisão, sem contar as minhas horas treinando quem foi embora.

Já fui atender cliente mancando, com o tornozelo torcido, porque o atendimento estava marcado e quem ia era eu. Naquela época eu tinha uma regra na cabeça: o cliente não pode saber que eu estou doente. Porque se ele souber, descobre que a empresa inteira depende de um homem só.

O que me tirou de lá foi o oposto do que todo dono tenta primeiro. Meu time técnico já teve seis pessoas. Hoje tem quatro, entregando mais do que os seis entregavam, com mais cliente na base, e ganhando mais do que ganhavam antes. O que mudou foi tirar a empresa da minha cabeça e colocar no papel, num lugar que outra pessoa consegue ler.

Numa terça desse ano eu passei mal e fiquei seis dias fora. Tínhamos fechado quatro clientes novos naquela semana, com implantação marcada e projeto de servidor no meio. Quatro anos atrás o estrago era certo e o telefone não pararia de tocar. Dessa vez eu não esperava estrago nenhum, e não teve. O time sabia o que fazer sem mim.

Sair da operação devolveu a cabeça que a parte comercial nunca teve. Entraram mais de vinte clientes novos na APTech só neste ano. A empresa roda perto de R$ 1 milhão por ano, a sexta-feira é do time, e eu consigo tirar férias.

E isso não funciona só comigo. O Michel, o Felipe e o Pedro, o Claudio e o Elton você acabou de ver aqui em cima. Cada um aplicou na própria empresa, com o próprio time, no próprio ritmo.

A objeção que trava quase todo dono de TI

Quase todo mundo que me procura pensa a mesma coisa, e eu também pensei: que estar na linha de frente é o certo. Nós viemos da área técnica. Somos bons nisso. E tem muito o que fazer.

O Elton pensava assim.

O que mudou para ele foi perceber que, enquanto continuasse naquele ciclo, ele ia ficar exatamente ali. Não por falta de esforço, mas porque esforço operacional não tira ninguém do operacional. Trabalhar mais dentro da mesma estrutura só te prende melhor.

O que muda o jogo é a forma de fazer, e isso vem de conhecimento, não de hora trabalhada.

A partir daí ele estruturou a operação, ganhou clareza sobre lucro, sobre o que vende e sobre o que o cliente de fato espera receber, e começou a se desvincular da linha de frente. E chegou na conclusão que separa o técnico do dono:

Venda é o pilar principal. Se não vender, não tem o que entregar.

Elton · Mentalidade de dono

O que você provavelmente está se perguntando agora

É uma reunião de venda?

É um diagnóstico. Se fizer sentido, eu apresento a mentoria no final. Se não fizer, você sai com o mapa mesmo assim.

Quanto tempo dura?

45 minutos.

Por que tem aplicação?

Porque eu atendo poucas empresas por mês e só funciona com quem já tem cliente e time. A aplicação evita que eu e você percamos tempo um do outro.

Quando me respondem?

Em até 72 horas.

Preciso preparar alguma coisa?

Não. Vale ter em mente quantas pessoas no time e quanto a empresa fatura por mês.

Sua empresa funciona porque você está dentro dela. Isso não é a mesma coisa que funcionar.

Aplicação analisada em até 72 horas. Vagas limitadas por mês.